Redes Sociais que Você Precisa Conhecer Agora
- Maison Dór Magazine

- 17 de jan.
- 3 min de leitura
As plataformas que estão mudando a forma de criar, consumir e se conectar online
Se você ainda acha que o jogo das redes sociais acontece só no Instagram, TikTok e Facebook, prepare-se: o cenário já virou. Em 2026, novas plataformas estão crescendo rápido, criando comunidades mais nichadas, experiências mais imersivas e, principalmente, novas oportunidades para quem quer comunicar, vender ou se posicionar no digital.
Não é sobre abandonar as gigantes — é sobre entender onde a atenção está migrando.
Aqui estão as redes que você precisa colocar no radar agora.

1. Lemon8 — o híbrido que conquistou a geração visual
Criada pela ByteDance (a mesma do TikTok), o Lemon8 mistura o melhor do Pinterest com o feed do Instagram.
Por que importa:
• Conteúdo mais elaborado e menos apressado
• Forte em moda, beleza, lifestyle e decoração
• Crescimento acelerado entre criadores que querem fugir da saturação do Instagram
Se você trabalha com estética, imagem e storytelling visual, essa rede é território fértil.
2. BeReal — autenticidade sem filtro
Aqui não existe pose perfeita. Uma vez por dia, o app pede uma foto e você tem poucos minutos para postar — sem edição, sem produção.
Por que importa:
• Resgata o valor do “agora”
• Fortalece conexões reais
• Atraente para marcas que querem mostrar bastidores e rotina
É menos vitrine, mais vida real.
3. Threads — o novo palco da conversa
A aposta da Meta para quem sente falta de textos curtos e debates rápidos.
Por que importa:
• Ótimo para opinião, bastidores e posicionamento
• Cresce como espaço de influência intelectual
• Ideal para quem quer ser lido, não só visto
Aqui, quem sabe escrever ganha vantagem.
4. Discord — a rede que não parece rede
Mais do que um app de chats, o Discord virou central de comunidades: criadores, marcas, cursos, fãs, clubes e até revistas digitais estão migrando para lá.
Por que importa:
• Relacionamento profundo com audiência
• Espaço perfeito para membros, assinantes e fãs
• Cria senso de pertencimento real
Não é sobre alcance. É sobre vínculo.
5. Substack Notes — onde conteúdo vira influência
O Substack deixou de ser só newsletter. Com o Notes, virou também rede social para quem escreve.
Por que importa:
• Cresce entre jornalistas, criadores e pensadores
• Monetização direta com leitores
• Conteúdo longo voltou a ser valorizado
A economia da atenção começa a premiar profundidade.
6. BlueSky — a alternativa que ganhou tração
Criada pelo ex-fundador do Twitter, virou refúgio de quem cansou da confusão da plataforma original.
Por que importa:
• Ambiente mais limpo e menos tóxico
• Crescimento orgânico
• Público formador de opinião
Ainda pequena, mas estratégica para quem quer estar cedo.
7. Lemonade e Geneva — redes de comunidades privadas
Essas plataformas crescem fora do hype, mas fortes em algo essencial: grupos fechados e interação real.
Por que importam:
• Menos algoritmo, mais relacionamento
• Ideais para marcas autorais, clubes, revistas, creators
• Modelo de comunidade é o futuro do engajamento
O que tudo isso revela
As redes sociais estão passando por uma transformação clara:menos ostentação, mais verdade.menos massa, mais nicho.menos likes, mais vínculo.
A próxima fase do digital não será dominada por quem grita mais — mas por quem constrói comunidade, narrativa e identidade.
Quem deve prestar atenção agora
• Criadores de conteúdo
• Marcas autorais
• Revistas, projetos editoriais e culturais
• Empreendedores digitais
• Quem quer fugir da saturação das redes tradicionais
Se você esperar essas plataformas “estourarem”, chegará atrasado.
Quem entra antes constrói autoridade.








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