Fim de ano no Brasil: quem escolhe bem descansa, quem copia passa raiva
- Maison Dór Magazine

- 30 de dez. de 2025
- 1 min de leitura

Todo fim de ano a cena se repete. Estradas paradas, aeroportos lotados, praias cheias demais para qualquer ideia de descanso. Ainda assim, todo mundo insiste em chamar isso de lazer.
Mas a verdade é simples e pouco popular: fim de ano só é bom para quem escolhe com estratégia.
Viajar para onde todo mundo vai, no mesmo dia, no mesmo horário, esperando tranquilidade, não é otimismo. É falta de leitura de cenário.
Quem aproveita o fim de ano no Brasil entende que lazer não é quantidade de pessoas, mas qualidade de experiência. Às vezes, isso significa ir para uma praia menos óbvia, acordar cedo e voltar antes do caos. Outras vezes, significa trocar o litoral lotado por cachoeiras, trilhas e silêncio.
A natureza, aliás, virou o verdadeiro luxo. Chapadas, serras, vilas pequenas e cidades mais vazias entregam algo raro: descanso mental. E isso não aparece em foto com filtro, mas muda tudo.
Para quem fica nas cidades, a surpresa é positiva. Restaurantes menos cheios, teatros, exposições e a chance de aproveitar o espaço urbano com calma. O que normalmente é estresse vira pausa.
E existe um lazer ainda mais subestimado: o simples. Poucas pessoas, boa comida, um vinho leve, uma caminhada cedo. Nada instagramável, tudo memorável.
E existe um lazer ainda mais subestimado: o simples. Poucas pessoas, boa comida, um vinho leve, uma caminhada cedo. Nada instagramável, tudo memorável.
Quem escolhe com intenção descansa.
Quem só segue a multidão volta mais cansado do que foi.








Comentários